‘Acho que a gente tem vários grandes amores na vida. Um só é muito pouco’, diz Julia Dalavia, a Laila de ‘Órfãos da terra’

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‘Eu já engravidei em outros trabalhos, mas não tive o parto. Desta vez, a criança vai nascer’, avisa Julia Foto: Paulo Belote/rede globo/divulgação

Apaixão entre Laila (Julia Dalavia) e Jamil (Renato Góes), em “Órfãos da terra”, é arrebatadora. Com a mesma velocidade em que os corações aceleraram quando os dois trocaram olhares por acaso, no primeiro capítulo, a primeira noite de amor, que foi ao ar no sábado, já rende frutos: a refugiada fica grávida do amado.

— Eu já engravidei em outros trabalhos, mas não tive o parto. Desta vez, a criança vai nascer — diz Julia, de 21 anos, que ainda não se imagina na mesma situação: — É estranho (risos)… Mas isso faz parte. Estamos contando uma história.

Só que a protagonista da nova novela das seis não tem uma vida fácil ao carregar no ventre um herdeiro. A descoberta acontece quando ela chega ao Brasil, e Laila fica desesperada. Para completar, a jovem fica afastada de Jamil, graças aos desencontros da vida e também porque Missade (Ana Cecília Costa), mãe da garota, pede para que ele se afaste.

— Missade é uma mãe protetora, que faz tudo pelos filhos e tem costumes muito rígidos. Saber que a filha perdeu a virgindade fora do casamento ainda é um tabu para ela — diz Ana Cecília Costa.

Imagem de chamada

E, se para a mãe da morena já é difícil lidar com a notícia da gravidez, para o pai é ainda pior, com direito a reação extrema. Elias (Marco Ricca) expulsa Laila de casa, e resta à moça recorrer à amiga Marie (Eli Ferreira) para buscar um abrigo.

— Minha vida é bem mais fácil que a de Laila… — resume Julia.

Em meio a todas essas desventuras, um novo nome surge na história da protagonista: Bruno (Rodrigo Simas). O fotógrafo é quem a socorre de um acidente e, a exemplo de Jamil, fica encantado por Laila à primeira vista.

— É muito bonito o amor à primeira vista, mas eu não confio muito. Existem muitas coisas assim, como atração, mas amor é algo que se constrói no dia a dia, que se cria, é mais sólido… Mas o que eu sei sobre isso? — argumenta a intérprete.

Julia ainda reflete sobre almas gêmeas, o que coloca um bom caldo numa possível disputa amorosa que ainda vem por aí em “Órfãos da terra”.

— Acho que a gente tem vários grandes amores na vida. Um só é muito pouco. Podemos nos apaixonar todos os dias. Cada história tem sua importância, sua grandeza e sua beleza — filosofa a atriz, que está solteira na vida real.

*Extra Online

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