Em Crato, seminário promove diálogo com povos ancestrais

 Foto: Alissa Carvalho da primeira edição do evento em  2018.

Encerrada neste domingo, 20, a segunda edição do Seminário Cearense do IFCE: Patrimônio Material e Imaterial Arqueológico reuniu povos indígenas, pesquisadores e demais interessados na área numa programação voltada para a valorização e a promoção das culturas ancestrais, com palestras, oficinas, ateliês, rodas de conversa e cortejo indígena.

Da etnia Anacé, de Caucaia, Climério ministrou a oficina de pintura corporal e apresentou trabalhos nas rodas de conversa. Para ele, a união de saberes é importante para o processo de resistência: “É bastante interessante quando a gente vem para essas regiões debater um pouco sobre a cultura indígena, sobre o patrimônio, e trocar experiências, compreendendo também que a sociedade civil tem que tomar partido e colaborar nesse processo de resistência dos povos indígenas, assim como a universidade e os âmbitos de construção dos saberes científicos”.

A artista visual Mayra Sérgio descobriu ter ascendência indígena e família cearense, ao realizar uma pesquisa sobre origens e grupos indígenas do Ceará. Para ela, a experiência foi positiva: “Foi uma felicidade, porque eu pude ter acesso a essa cultura, algo que a gente não tem normalmente. Essa interação entre palestras políticas e acadêmicas e a mão na massa foi o que mais me deixou empolgada com o evento”.

*IFCE Crato

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