Encontro do Ceará 2050 no Centro Sul debate ações para diminuir as desigualdades regionais do Estado

Encontro do Ceará 2050 no Centro Sul debate ações para diminuir as desigualdades regionais do Estado

“Precisamos debater sobre o Ceará que a gente quer para o futuro. É fundamental discutir regionalmente os números que nos incomodam, sejam eles relativos à pobreza, desigualdades, ou mesmo PIB per capta. Dessa forma, discutir nossa realidade e cobrar do Governo ações capazes de diminuir as diferenças entre as regiões, possibilitando que o Estado cresça de maneira uniforme, com possibilidades de desenvolvimento para toda a população”. A afirmação foi feita pelo presidente da Aprece, Nilson Diniz, na manhã desta terça-feira (16), durante o Encontro Regional do Centro Sul do Ceará 2050, realizado no município de Cedro.

O encontro aconteceu na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) no município, contando com a presença dos prefeitos de Baixio, Umari, Ipaumirim e Icó, Lavras da Mangabeira e Várzea Alegre. além de representantes dos demais prefeitos da Região Centro Sul e membros da sociedade civil e diversos órgãos.

A plataforma Ceará 2050 voltou as 14 regiões de planejamento do Estado para projetos estratégicos que nortearão do desenvolvimento do Ceará durante as próximas três décadas. A ideia é coletar da sociedade civil e do poder público local e regional opiniões e sugestões para aprimorar a construção desse conjunto de projetos. A segunda rodada de encontros regionais apresenta os objetivos gerados a partir dos primeiros encontros e os projetos pensados para atendê-los.

Em uma primeira etapa de discussões, ocorrida em junho do ano passado, os participantes apresentaram sonhos e anseios para o Ceará de 2050. Amplo material foi coletado nesses encontros, que ocorreram nas 14 regiões de planejamento do estado. Após passar por cuidadosa sistematização e debate com outros grupos, as discussões geraram 29 objetivos que buscam ser alcançados a partir dos projetos que agora serão apresentados. De acordo com Barros Neto, coordenador geral do projeto, “a proposta é apresentar o material para o público e dialogar com base na realidade de cada espaço”, salienta.

Até o final de abril terão sido realizados encontros nas regiões do Maciço de Baturité, Grande Fortaleza, Litoral Leste, Litoral Norte, Sertão Central, Litoral Oeste/Vale do Curu, Sertão dos Inhamuns, Cariri, Sertão de Sobral, Sertão de Canindé, Sertão de Crateús, Vale do Jaguaribe, Serra da Ibiapaba e Centro Sul.

* COMAK/Aprece

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