No Cariri, catadores se arriscam em lixões sem nenhuma proteção

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Por lei, todos os lixões em território nacional eram para ter sido substituídos por aterros sanitários desde 2014. Foi este o prazo estabelecido pela lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), de 2010

A condição meteorológica não é determinante para definir quando os catadores do Lixão de Juazeiro do Norte, no Cariri cearense, vão trabalhar. O mesmo cenário insalubre se repete em vários outros lixões do interior cearense, como são os casos de Caririaçu – cidade vizinha a Juazeiro do Norte – e Iguatu, distante quase 155 km.

Em Iguatu, principal cidade da região Centro-Sul do Estado e que produz 8 toneladas de lixo doméstico por mês, a mesma irregularidade se estende aos quase 50 catadores – em sua maioria, mulheres.

Sete municípios do Centro-Sul cearense formalizaram a criação de um consórcio de gestão integrada de resíduos sólidos, sob a articulação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema). O consórcio deve atender aos requisitos da Política Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos para preservação do meio ambiente. O município de Iguatu foi escolhido para sediar a gestão deste consórcio, que prevê a construção de centrais municipais de resíduos em cada município e ‘ecopontos’ para entrega voluntária.

Por lei, todos os lixões em território nacional eram para ter sido substituídos por aterros sanitários desde 2014. Foi este o prazo estabelecido pela lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), de 2010.

*Ceará Agora

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