Semijoias movimentam a economia

Cordão longo e pulseira da Jadore (Foto: divulgação)

O setor de bijuterias e semijoias é um destaque na criação brasileira. Em tempos de quarentena, muitas mãos se ocupam com a confecção de peças em materiais variados. A lembrança dos trabalhos de Ethel Moura Costa, na Bijou Box, de Augusto Olivieri, da Zau, de Alberto Sabino, Claudia Duarte e Maria Oiticica já dá uma ideia do valor desta arte feita para complementar os looks.

Duas marcas evoluem rumo à expansão, enfrentando tempos de crise: o Atelier Chilaze e a J´Adore.

Macaque in the trees
Tons do branco ao marrom no colar de várias voltas (Foto: divulgação)
Macaque in the trees
Colar de 12 metros de corda feita a partir da reciclagem de 20 garrafas, da coleção assinada por Claudia Chilaze (Foto: divulgação)

Começo no Saara

O Atelier Chilaze começou na rua Senhor dos Passos, no Saara, em 1946, fornecendo colares para comércios como a rede Sloper. Agora nas mãos da terceira geração, a direção de estilo de Claudia Chilaze juntamente com a direção criativa e branding por Alexandre Schnabl abre uma nova fase. Que começou com a confecção de colares e bolsas com resina de zero descarte, desde 2013. Atualmente os materiais sustentáveis, como as cordas de reciclagem de garrafas são combinados com as resinas.

Em breve o Chilaze abre loja em Ipanema e corners na Benglô, loja da Gloria Pires e da Betty Prado, em São Paulo.

Macaque in the trees
Bolsa de madeira com alça de elos de resina e colar de madeira e resina, do Atelier Chilaze (Foto: divulgação)

De olho nos empreendedores

Dobrar de tamanho a cada 12 meses, parece impossível? Graças ao projeto de vender através dos empreendedores, a J´adore, criada por Danielle Utsch, consegue atingir o faturamento alto. Concebida depois da perda do emprego, a marca vem de Belo Horizonte, tem filial em Maceió e se prepara para abrir uma sala comercial em São Paulo. “Damos uma superoportunidade ao empreendedor. Ele chega aqui sem um real no bolso e sai com seu negócio pronto”, comenta Danielle.

Engana-se quem pensa que termos como “sacoleira” ou “vendedora de rua” ofendem as mulheres que resolveram revender semijoias. Danielle é direta: “Emprego não está fácil para ninguém. Mas uma chance de trabalho, de criar oportunidade de renda está ao alcance de todas nós. Minha realização pessoal é ver essas mulheres indo pra rua e ganhando dinheiro”, comenta a empreendedora, exibindo seus muitos brincos e colares, alvos de constante cobiça nas redes sociais.

Macaque in the trees
Bolsa cilíndrica com alça de grandes correntes de resina azul (Foto: divulgação)
Macaque in the trees
Colar de correntes de resina e fibras compondo o look monocromático do Atelier Chilaze (Foto: divulgação)

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