Acusados de matarem mulher com golpes de barra de ferro em Aurora são condenados à prisão em regime fechado.

Francisco Erivan Rangel Filho, vulgo “Pantico”, foi condenado a 30 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de sua esposa própria esposa. Já José Ribeiro Duarte, vulgo “Rogai”, acusado de ter auxiliado “Pantico” na execução do crime, foi condenado a 22 anos, também em regime fechado.

A Vara Única da Comarca de Aurora condenou a 30 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, Francisco Erivan Rangel Filho. Ele foi acusado pelo Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Aurora, de premeditar a morte da esposa e executar o crime na companhia de José Ribeiro Duarte, que também foi condenado a 22 anos de reclusão. Eles mataram a mulher com golpes de barra de ferro em janeiro de 2018.

A denúncia foi oferecida no dia 8 de março do mesmo ano pelo promotor de Justiça Luiz Alexandre Cogan e os réus foram condenados por homicídio qualificado: feminicídio, motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O ex-marido foi condenado a 30 anos, e o comparsa José Ribeiro Duarte (Rogai) a 22 anos. O julgamento durou mais 13 horas.

Sobre o crime

Aparecida Lima Ferreira Gurgel, 40 anos de idade, conhecida por Piriu,
Aparecida Lima Ferreira Gurgel, 40 anos de idade, conhecida por Piriu, assassinada em Aurora-CE

O crime foi cometido no sítio Angico de Cima, zona rural de Aurora, às 22h40 do dia 14 de janeiro de 2018. Francisco Erivan e seu comparsa simularam um falso acidente de trânsito e ceifaram a vida da vítima, com golpes de barra de ferro.

Inicialmente, a família da vítima relatou que Francisco Erivan teria matado a mulher, motivado por ciúme. Depois, em depoimento falso, o acusado contou que a esposa teria sido atropelada por um carro ao se desequilibrar e cair da garupa da moto em que estavam no momento que iam para casa.

No entanto, denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE) alegou que o crime foi motivado pela obtenção de um seguro de vida feito em nome da vítima, no valor de R$ 800 mil, tendo Erivan como beneficiário. José Ribeiro Duarte participou motivado pela promessa de recompensa no valor de R$ 400,00.

De acordo com o promotor de Justiça Luiz Alexandre Cogan, este “foi um crime bárbaro e de extrema crueldade, motivado pelo vil metal e por obsessivo ciúmes, que chocou toda a sociedade aurorense”.

*Com informações do TJCE.

 

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