Ambulatório da dor no câncer do Crato faz ação em alusão ao Dia Mundial dos Cuidados Paliativos sábado, 8

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No próximo fim de semana, segundo sábado de outubro, dia 08, é celebrado o Dia Mundial de Cuidados Paliativos e, em alusão a data, a Equipe do Ambulatório da dor no câncer do Crato vai promover ações pela manhã, na Praça Siqueira Campos, para conscientização da sociedade sobre a importância do tema.

O evento contará com a presença de pacientes, familiares, enfermeiros, educadores físicos, farmacêuticos, psicólogos, fisioterapeutas, médicos especialistas na área, representantes da gestão municipal, parceiros voluntários e convidados.

Dúvidas serão esclarecidas sobre as estratégias multidisciplinares dos cuidados paliativos e ocorrerá a distribuição de panfletos com informações educativas sobre os direitos das pessoas em receberem esses cuidados.

Na ocasião, também será realizada a aferição da pressão arterial e o teste de glicemia, tudo isso ao som de música ao vivo.

Os cuidados paliativos representam uma abordagem por equipe destinada a pessoa e família que apresentam algum tipo de sofrimento, seja na dimensão física (exemplo a dor), na dimensão social (quando há a preocupação em dar trabalho ao outro), na dimensão psicológica (quando há a presença de medo ou ansiedade) e até na dimensão espiritual (quando a vida perde o sentido), com objetivo de ofertar alívio, conforto e a melhoria do bem-estar e qualidade de vida, independente do estágio da doença.

Para Sandra Barreto, médica especialista em dor e organizadora da ação o evento é importante para levar informação à população e diminuir o preconceito sobre o assunto: “existe muito tabu, medo e preconceito relacionado a esse tema”; essa é a primeira vez que vai existir um movimento desse num ambiente público”.

E complementa: “As pessoas ainda têm uma ideia equivocada sobre os Cuidados Paliativos, que resumindo seriam um suporte clínico especializado que se oferta ao paciente e a família para aliviar o sofrimento. Não existe nada que justifique as pessoas terem medo ou receio sobre essa assistência”. Acredito assim que esse movimento aproxime as pessoas do serviço e desperte curiosidade”.

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