Câncer de cabeça e pescoço: cirurgião da Med Imagem fala sobre os riscos da doença

Câncer de cabeça e pescoço (1)

O câncer de boca e laringe atualmente são os mais frequentes em homens. Nas mulheres o câncer de tireoide está classificado como o quinto que mais faz vítimas na população feminina.

Conteúdo do medimagem

Em todo o planeta, o dia 27 de julho é lembrado como o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço. A data simboliza o que médicos e profissionais da saúde alertam sobre um dos tipos de câncer mais ignorados pela população mundial.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) identificou que o câncer de boca e laringe atualmente são os mais frequentes em homens, atrás somente do câncer de próstata. Nas mulheres, o câncer de tireoide está classificado como o quinto que mais faz vítimas na população feminina.

“A data e o mês de julho são conhecidos como Julho Verde e vem para lembrar que é importante que homens e mulheres precisem cuidar dessa região do corpo, já que este tipo de câncer é identificado como a quinta neoplasia no mundo, afetando cerca de 350 mil pessoas”, alerta o cirurgião de cabeça e pescoço da Med Imagem, Dr. Márcio Barreto.

Ele também chama atenção para os principais fatores de riscos desse câncer. “Hábitos de vida é o que mais determina se você pode vir a ter a doença. Consumo de álcool e cigarro aumenta muito as chances de alguém desenvolver o câncer, multiplicando em até 20 vezes o seu surgimento”, destacou.

O corpo também fala quando se trata da doença. Por isso, o médico salienta alguns sintomas que devem ser monitorados e levados a sério para um correto diagnóstico.

“Nódulos no pescoço, feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão de até 21 dias são sinais que o organismo apresenta quando algo pode não estar indo bem. Portanto, é fundamental que quem esteja sentindo tais manifestações procure um cirurgião de cabeça e pescoço”, pontuou.

JULHO VERDE

O dia 27 de julho foi definido como o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço no congresso mundial da especialidade, realizado em 2014, pela Federação Internacional das Sociedades Oncológicas de Cabeça e Pescoço e a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço.

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