Fiéis participam da décima oitava Romaria da Santa Cruz do Deserto

“Cultivar e guardar a natureza”, esse foi o tema da décima oitava Romaria da Santa Cruz do Deserto, realizada na manhã deste domingo, na comunidade rural do Caldeirão do Beato José Lourenço, em Crato. Sob o sol forte, a festa começou com a acolhida, seguida da celebração religiosa e apresentações culturais. Segundo a Guarda Municipal, cerca de três mil pessoas estiveram presentes.

O evento sempre é realizado em setembro, mês em que se comemora o Dia da Santa Cruz e, neste ano, representantes de movimentos sociais, lideranças comunitárias e religiosas plantaram mudas durante a celebração. “É uma simbologia que, há tempos, a Igreja vem celebrando. É importante para a questão social e ambiental. Fortalece o símbolo cristão. Todo cristão deve preservar o meio ambiente e participar dos movimentos sociais”, afirma o aposentado Jeová Oliveira.

Segundo o padre Vileci Basílio Vidal, coordenador diocesano de pastoral da Diocese de Crato, a Romaria é um importante momento de celebrar a memória do Caldeirão do Beato José Lourenço como um lugar de inspiração. “O projeto camponês fica de pé. O Caldeirão mostrou que, para viver bem, é preciso viver em comunidade. Lá produziu bens básicos, autogestão, não havia distinção. O Caldeirão oferecia alimentação, água, moradia, remédios, trabalho e amparo espiritual”, explica.

A Romaria da Santa Cruz do Deserto mobiliza, em sua maioria, moradores de comunidades rurais de Crato e de cidades vizinhas.

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