Mulher é presa suspeita de ser cúmplice na morte de jovem em Várzea Alegre

Ana Letícia Silva Sousa confessou sua participação no crime. A mulher afirmou pertencer à facção criminosa “GDE” e que o crime havia sido cometido em razão da vítima trabalha para a facção rival “Comando vermelho”, diz a Polícia.

DA AGÊNCIA CARIRICEARA
Jota Lopes – Foto: Arquivo/ Caririceara.com

Uma mulher identificada como Ana Letícia Silva Sousa foi presa no início da noite desta quarta-feira (9), pela Polícia Militar de Várzea Alegre suspeita de envolvimento num homicídio ocorrido horas antes da prisão naquele município.

A ação policial ocorreu por volta das 18h30min, após o recebimento de denúncia anônima de que uma mulher cúmplice do homicídio acontecido por volta das 15 horas de ontem que vitimou Carlos Henrique Sousa da Silva, de 18 anos morto a tiros no interior da casa onde morava na Rua Irinéia Moisés da Silva, bairro Alto do Tenente, teria voltado àquela rua. O denunciante acrescentou que a suspeita se encontrava na casa da mãe de um indivíduo com quem a mesma mantém um relacionamento amoroso.

Uma equipe do Policiamento Ostensivo Geral (POG) se deslocou ao endereço indicado onde efetuou a prisão de Ana Letícia. Segundo os militares, a suspeita confessou ter adentrando a casa da vítima usando o artifício de que precisava de um carregador para o seu celular, fazendo com que a irmã mais nova do jovem assassinado abrisse a porta para ela, momento em que o homem que estava em sua companhia entrou na residência e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra Carlos Henrique para depois empreender fuga em uma moto junto com o atirador enquanto a vítima morria no local.

SAIBA MAIS:

Ainda de acordo com a Polícia, além de ter sido reconhecida pela mãe da vítima no momento da prisão e confessa sua participação no homicídio, Ana Letícia ainda afirmou pertencer a facção criminosa GDE e que o crime havia sido cometido em razão de Carlos Henrique está trabalhando para o CV (Comando vermelho), facção rival à sua, e que ele junto com um elemento conhecido por “Zói de Gato” estava atentando contra a vida dos “irmãos” da GDE. Mesmo admitindo ser cúmplice do homicídio, a mulher negou-se a revelar o nome do seu comparsa. Ela foi conduzida a Delegacia Regional de Polícia Civil do Iguatu, onde a Autoridade Policial lavrou o flagrante, autuando a mesma por homicídio doloso consumado (ART. 121 do CPB).

Reprodução autorizada mediante citação da Agência Caririceara

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