Pneumologista pediátrica do Cariri alerta “nessa segunda onda, crianças estão adoecendo mais de covid”; veja o vídeo

Foto: Tchélo Figueiredo/Divulgação

Entenda porque um ano depois do início da pandemia, pacientes mais jovens têm adoecido mais e como evitar

Nos primeiros dois meses de 2021, os registros de covid no país crescem consideravelmente. E o que se pode perceber também, é que mais crianças e adolescentes estão sendo infectados com mais frequência do que no início da pandemia. As causas do aumento da doença entre crianças e adolescentes, de acordo com a Pneumologista Pediatra da Cliame, está relacionada à “quebra do isolamento social, maior exposição das crianças, comportamento inadequado dos adultos (pais e irmãos mais velhos que permanecem fazendo encontros sociais e aglomerações)”.

“Lá em março, quando efetivamente a pandemia chegou aqui no Brasil, a gente vivia uma quarentena muito mais rígida, e isso fazia com que as pessoas fossem menos expostas ao vírus. Além disso, as crianças eram bem menos testadas do que são hoje E mesmo que os casos graves sejam a menor porcentagem, uma pequena porcentagem de um grande número é uma quantidade considerável”, relata a médica, Kaline Cristh.

Assista ao vídeo: 

Ela explica ainda que os sintomas nas crianças são mais fracos. “80% a 85% apresentam a forma mais leve da doença, semelhante a outras viroses comuns. De 10% a 15% da população apresentariam doenças moderadas e menos de 5% apresentariam doenças graves, com menos de 1% delas chegando à morte.

E um grande dilema surgiu recentemente com o retorno das aulas presenciais durante a pandemia do Coronavírus. Muitos pais ficaram na dúvida se os filhos voltariam ou não para a escola mesmo que seja no modelo híbrido ou se continuariam em casa com o ensino remoto.

De acordo com a médica, “As crianças devem voltar à escola obedecendo as medidas rígidas de controle como o uso de máscara, distanciamento, lavagem de mãos constantes, diferentes horários para recreação. Porque um ano sem colégio, além do prejuízo no aprendizado acadêmico, tem prejuízo emocional, pois perdem sua rede social e com isso a possibilidade de aprender e se desenvolver com seus iguais.

A Pneumologista ainda alerta para as medidas de prevenção ao Coronavírus também dentro de casa “a gente deve manter o máximo de cuidado possível dentro da nossa casa para que cada vez mais possamos sair dessa pandemia com saúde e segurança”, explica.

* Conteúdo “Commonike”

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