Polo de alumínio de Juazeiro do Norte atraiu novos investidores

O empresário Hans Kleber Fonseca, do Estado da Paraíba, decidiu ampliar o seu investimento na compra de uma empresa de alumínio, em Juazeiro do Norte, se transferiu com a família e não se arrependeu da escolha
As maiores oportunidades para se instalar em Juazeiro do Norte como empreendedor do ramo do alumínio, são mesmo a própria vocação para o comércio e a facilidade de escoamento do produto. O Cariri se torna estratégico para o Nordeste e o País. Utilizando essas vantagens, empresários mudam de vida e até de Estado para investir na terra do Padre Cícero. E não são poucos a contar experiências promissoras nesse sentido.

O empresário Hans Kleber Fonseca, do Estado da Paraíba, decidiu ampliar o seu investimento na compra de uma empresa de alumínio, em Juazeiro. A sua perspectiva inicial era transferir os equipamentos recém-adquiridos para o seu lugar de origem, mas percebeu as possibilidades que poderia ter num mercado mais aberto para o consumo interno e também na comercialização com outras praças. Não deu outra, e em pouco tempo se transferiu com a família. Há cinco anos iniciou sua empreitada para conquista de espaço no mercado.

“Não me arrependo de ter escolhido esta cidade. Tem sido uma experiência positiva”, confessa, ao destacar as vantagens, mesmo diante das crises, que um mercado favorável ao seu negócio pode oferecer. Atualmente abastece o Nordeste, uma parte do Norte e vende até para o Sul do País, mas admite que o seu foco de distribuição está no Nordeste. Ampliou a empresa e contratou mais pessoas. De 17 funcionários para 40. Sinal de boa produção e investimentos. O mostruário é amplo. Ele afirma que praticamente não há desperdício do alumínio, com a reciclagem dos resíduos de acabamentos. Quase toda a matéria-prima para suprir as fábricas em Juazeiro do Norte, é adquirida em São Paulo.

Para ele, o mercado local tem um destaque e isso faz com que os olhares dos investidores do setor se direcionem para o Cariri. O empresário diz que atua principalmente com crediaristas, que repassam os produtos da linha intermediária. Por conta dessa oferta, diz que a concorrência tem sido grande e, por isso, tem buscado outras áreas.

O empresário João Pinheiro Filho, depois de cinco anos fabricando e comercializando alumínio, admite que, com todos os prejuízos que teve nos últimos anos, não pretende mudar de ramo. A sua perspectiva está pautada na mudança de rumo da economia, com aumento no poder de compra. Para driblar a crise, decidiu terceirizar os serviços e, além de fabricar e repassar para os crediaristas os conjuntos de panelas, oferta serviços de pintura a outras fábricas.
Fonte: Diário do Nordeste

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Uma resposta

  1. Trabalho no ramo de panelas sou torneiro replicador gostaria de saber se tão admitindo fucionarios

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